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Eleição para diretoria da Chapecoense terá duas chapas

Estão aptos para votar 200 conselheiros. Neste ano houve a renovação de 40 nomes.

05/11/2018 às 22h09
Atualizada em 09/11/2018 - 22h11

Pela primeira vez na história a Chapecoense terá disputa eleitoral para a diretoria. O prazo de inscrição para o biênio 2019/2020 encerrou às 18h desta segunda-feira e duas chapas se candidataram ao pleito.

Uma delas é encabeçada pelo atual presidente, Plínio David De Nes Filho, que é candidato à reeleição. O atual vice-presidente  Ivan Tozzo passaria a ser presidente de honra e auxiliaria o ex-presidente Cleimar Spessato na vice-presidência de futebol, segundo apurou o jornalista Rodrigo Goulart, da Rádio Chapecó e Diário do Iguaçu.

Para o lugar de Ivan Tozzo o nome indicado é de Paulo Magro, ex-diretor da Sadia. Luiz Danielli continuaria como vice-presidente de marketing.  O vice-jurídico é o advogado Diogo Berteli. Para presidente do  conselho Deliberativo o nome é de Rudimar Bortolotto.

A chapa de oposição é encabeçada pelo ex- diretor das categorias de base do clube, Cezar Dal Piva, que é mais conhecido como Mano Dal Piva. O vice-presidente administrativo e financeiro é Diógenes Lang, que já foi diretor do time de futsal de Chapecó. O vice-presidente de marketing e patrimônio é o advogado Arthur Losekann. 

O vice de futebol é o empresário Evandro Baldissera, que é da família proprietária da área do Centro de Treinamento da Água Amarela, que está cedido em comodato para a Chapecoense. O vice-jurídico é o advogado e ex-juiz de direito Írio Grolli. O nome para presidente do Conselho Deliberativo é do empresário Érico Tormen.

De acordo com o presidente do Conselho Deliberativo do clube, Gilson Vivian, que está conduzindo o processo e não é candidato, houve um esforço no sentido de uma união. O prazo é de 48 horas para alguma interposição dos nomes. Depois disso a comissão eleitoral vai marcar a eleição, que será na primeira quinzena de novembro.

Só poderá ser votado quem estiver com a mensalidade me dia até 15 dias antes da eleição.

"Será a primeira vez que teremos eleição com disputa, em 2012 havia uma chapa de oposição que acabou desistindo. Em 2016 houve eleição mas era chapa única que teve que ter nomes substituídos pois nove dirigentes, cinco do conselho gestor, estavam entre as vítimas do acidente aéreo na Colômbia" disse Vivian.

Estão aptos para votar 200 conselheiros. Neste ano houve a renovação de 40 nomes. Para o conselho também havia duas chapas mas houve um consenso e foi aprovada uma composição com nomes das duas chapas.

Fonte: Diário Catarinense



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